|
|
|
Best Poems From GUSTAVO DOURADO
(05/18/1960)
|
|
| |
|
|
1.
|
Cordel do Aquecimento Global
Cordel do Aquecimento Global
Gustavo Dourado
Terra em aquecimento:
Mudança de temperatura
Seca, fome, tempestades
Terremoto na estrutura
Furacões e maremotos:
Morte, medo e amargura...
Poluem de todo jeito:
Sujam a atmosfera
Desrespeitam a natureza
O poder é besta-fera
Global neoliberalismo:
Capitali$mo: megera...
Metano, gases, carbono:
Petróleo e querosene
Óleo diesel, gasolina:
Salve o bioquerosene
Biogás e biodiesel, use:
Pare o verbo envenene...
Chuva ácida...efeito estufa:
Gera-se a calamidade
T$unamis...hecatombe$
Tufões, fome, tempestade
Enxofre, ácido sulfúrico:
CO2...Insanidade...
Queima de derivados:
Petróleo em combustão
Preservem a biosfera
Chega de poluição
É hora da biomassa:
Tempos de preservação...
Energia cinética dos rios:
Eólica e hidroelétrica
Energias renováveis
Parem com a termelétrica
Usem agroenergia:
Salve a bioenergética...
A Terra está com câncer:
Doente do coração...
A natureza está ferida
Deu ferrugem no pulmão
Furacões e maremotos:
Dores da poluição...
Radiações...poluentes:
Agricultura industrial
Desertificação e degelo
Devastação cultural
Evaporação dos oceanos:
Desrespeito ao natural...
Diminuição da cobertura do gelo:
Desaparecimento da calota polar
Retração do gelo e da neve
Cresce a radiação solar
Mudança dos padrões climáticos:
Aumento do nível do mar...
Queimadas...desmatamentos:
Poluentes na atmosfera
Desastres e hecatombes
Terror sob a nossa esfera
Queimam a alma da Terra:
Assassinam a biosfera...
Mil desastres naturais:
Os pólos a descongelar
Aquecimento das águas
Natureza a reclamar
Prenúncio do Apocalipse:
Ninguém pára pra escutar...
Emissão de gases poluentes:
Efeito estufa mortal
Seca, fome, terremotos
O homem provoca o mal
Só progresso e consumismo
Não preserva o natural...
Fim da Floresta Amazônica:
No aquecimento global
Subida dos oceanos
Em tsunami global
O homem gera a morte:
Com a poluição letal...
Nossa Terra pega fogo
Em calor descomunal
Desmatamento insano
Muito incêndio florestal
Efeito estufa, chuva ácida:
O aquecimento é fatal...
Gases de todo o tipo:
Óxido nitroso no ar
Muito dióxido de carbono
Para nos incomodar
Rareia o oxigênio:
Nossa vida a esquentar...
Protocolo de Kyoto:
Bu$h nâo quis respeitar
Jogam gás na atmosfera
Sem ligar para o azar
Poluem o mundo e o fundo:
Oceano, terra e ar...
Precisamos nos re.unir:
Desaquecer átomos.fera...
Evitar o con$umismo:
Não adorar a Be$ta-feera...
Abolir o ego.i$mo:
Fluir amor zenova era...
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
Gustavo Dourado
|
| |
|
|
| |
|
| |
|
|
2.
|
CineCordel: Cordel, Cangaço e Cinema...
CineCordel: Cordel, Cangaço e Cinema...
Para Sylvie Debs, Tânia Quaresma,
Maria do Rosário Caetano,
Carlos Del Pino,
Kydelmir Dantas,
Gustavo Fontele Dourado e Vladimir Carvalho...
Por Gustavo Dourado
Vou do Cordel ao Cinema:
Do Cinema ao Cordel...
Cangaceiro...Repentista:
Língua...Torre de Babel...
Glauber e o Cinema Novo:
Nos versos do menestrel...
Glauber Rocha fez a síntese:
Transposição da linguagem...
Cinemagia sertânica:
Cosmo.visão da imagem...
Deus e o diabo nas telas:
Além da Terceira Margem...
Sertão em metamorfoses
O Cabeleira...O Cangaceiro...
Vi 'O Dragão da Maldade
Contra o Santo Guerreiro'...
Três Cabras de Lampião:
No cinema brasileiro...
Cangaço - A Lei do Sertão:
O Homem que matou Corisco...
Eterna luta pela terra:
O Estado, a dor, o fisco...
Presença do Lobisomem:
Severino, Zé, Francisco...
Lampião - O Rei do Cangaço:
Fez Benjamin Abrahão...
Rufino - Antônio das Mortes:
O conflito no Sertão...
Corisco, Quelé, Silvino:
Caatinga em ebulição...
O massacre em Angicos:
O bando envenenado...
Bezerra e Zé Rufino:
Crime a serviço do Estado...
Antônio Pernambucano:
E Riverão fuzilado...
A Morte comanda o Cangaço:
Nordestern brasileiro...
Proezas de Satanás:
Paulo Gill, tiro certeiro...
Entre o amor e o cangaço:
Terra em Transe no estrangeiro...
Linduarte...Vladimir
Saraceni...Arraial...
Cabeças Cortadas na tela:
Concepção genial...
Cinema Novo - Galáxia:
Transmutação cultural...
O Pagador de Promessas:
O Homem que virou suco...
De parabellum na mão:
Punhal, faca e trabuco...
Cacá, Walter Lima Jr:
Bahia, Rio, Pernambuco...
Leon, Nélson e Joaquim:
Luís Sérgio e Carneiro...
Glauber na linha de frente:
Do cinema brasileiro...
Antropofagia plena:
Cinema novo, guerreiro...
Brinquedo Popular do Nordeste:
Pedro Jorge nos faz brincar...
O Pagador de Promessas:
O cordel está no ar...
Cuíca de Santo Amaro:
A história a registrar...
Nordeste: Cordel, Repente, Canção:
Tânia Quaresma-arte popular...
Um Vaqueiro Voador:
No Planalto a navegar...
No País de São Saruê:
Vladimir nos faz pensar...
Catulo da Paixão Cearense:
O sertão no pensamento...
Cascudo e João Cabral:
Severina-se o sentimento...
Nísia e Josué de Castro:
Paulo Freire em movimento...
Morte e Vida Severina:
Távora em O Cabeleira...
José Américo de Almeida:
Romance A Bagaceira...
Retorno ao nosso passado:
Com Gregório, Rui, Vieira...
Gonzaga e Patativa:
Ariano e Alencar...
Jorge de Lima, Zé Lins:
Leandro sempre a rimar...
No Cinema do Cordel:
Aqui vou Aruandar...
Marcelo Coelho, Paulo Caldas:
Lima Barreto em ação...
Massaini...Zé Humberto:
Macunaíma e Cancão...
João Grilo na malandragem:
Mestre Ariano no Sertão...
Euclides, Rosa, Graciliano:
Mário, Nélson e Raquel...
Walter Salles, Rosemberg:
Central, cangaço, cordel...
Vidas Secas no Sertão:
As Veredas de Babel...
Virgolino Ferreira da Sliva:
Do cangaço, imperador...
Eterno Rei do Sertão:
Foi um vate criador...
Virou lenda, criou fama:
Nos versos do cantador...
Jesúino Brilhante relampejou:
Trovejou o Cabeleira...
Tiros de Pilão Deitado:
Ecos de Lucas de Feira...
Vi Adolfo Meia Noite:
Em Afogados do Ingazeira...
Lucas Evangelista, José Gomes:
Bravo Antônio Silvino...
Sebastião Pereira da Silva:
Sinhô Pereira, Severino...
Cangaço, Cordel, Cinema:
No sangue do nordestino...
Menino de Engenho, O Auto do Sertão
Vi Milagre em Juazeiro...
Coronel Delmiro Gouveia:
Jornal do Sertão ligeiro
Tieta do Brasil, Viramundo:
O cordel se fez luzeiro....
Mandacaru Vermelho, Prova de Fogo:
Filho sem Mãe, Sangue de Irmão...
O Primo do Cangaceiro:
O Lamparina na escuridão...
Entre o Amor e o Cangaço:
Cangaceiros de Lampião...
Nordeste Sangrento, Riacho de Sangue:
O Cangaceiro Sanguinário...
A Compadecida: Quelé do Pajeú:
Cordel, cangaço, operário...
Jesuíno Brilhante, Maria Bonita:
Muito além do dicionário...
O Cangaceiro sem Deus:
Corisco, O Diabo Louro...
Deu a Louca no Cangaço:
No cordel tem um tesouro...
Cinemagia flui a luz:
Cinema reluz o ouro...
Memória do Cangaço, Paulo Gil:
A Saga do Guerreiro Alumioso...
Dadá, A Musa do Cangaço:
Li Pavão Misterioso...
Lampião, A Fera do Nordeste:
A Grande Feira é luminoso...
O Sertão das Memórias:
As memórias do Sertão...
As veredas da linguagem:
Brotam em meu coração...
Castro Alves, Jorge Amado:
Canudos...Revôolução...
Sangue Mineiro: Ganga Bruta,
Humberto Mauro brasileiro
Joaquim Pedro de Andrade:
Brilha em Rosa o candeeiro...
Garrincha, Alegria do Povo:
Foi um cabra presepeiro...
Maria Bonita, Rainha do Cangaço:
O Último Dia de Lampião
O Leão do Norte, O Último Cangaceiro:
Vida, Paixão e Morte de Faustão...
O Anjo Negro...Fogo Morto:
O Cangaceiro Trapalhão...
A Ilha das Cangaceiras Virgens:
Os Trapalhões no Auto da Compadecida...
As Cangaceiras Eróticas:
Difícil é ganhar a vida...
Pecado na Sacristia:
Maria Bonita destemida...
Pedro Bó, o Caçador de Cangaceiros:
Lampião & Maria Bonita...
Os Cangaceiros do Vale da Morte:
O bando sai bem na fita...
Kung-Fu contra as bonecas:
Jumento, bode e cabrita...
Ruy Guerra em Os Fuzis:
O Quinze; Corisco e Dadá:
José Araújo, Lima Barreto:
Meu sertão de Ibititá:
Coluna Prestes, Lampião:
No sertão do Deus dará...
O Santo Guerreiro de Canudos:
Profecias de Conselheiro...
Riverão Sussuarana:
Leia o poeta-vaqueiro...
A Guerra do Fim do Mundo:
Foi daqui pro estrangeiro...
Brilha o cordel no cinema:
Em Cannes, em Juazeiro...
No Raso da Catarina:
Na caatinga, no terreiro...
Vejo o cordel no cinema:
Nas telas do mundo inteiro...
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
Gustavo Dourado
|
| |
|
|
| |
|
| |
|
|
3.
|
Cordel para Ibititá: A Cidade das Pedras...
Cordel para Ibititá: A Cidade das Pedras...
Ibititá é Rochedo:
Sempre em evolução
É a Cidade das Pedras
Que fulgura no Sertão
Uma dádiva de Deus:
Terra do meu coração...
Rochedo de Ibititá
Da mamona: capital
Pedra de Arrecife
Lagedo fenomenal
Na Lagoa de Anísio:
Tomei banho matinal...
Na farmácia de Urbano
O remédio para a cura
Na feira de Ibititá:
Cuscuz, doce e rapadura
Terra do meu pai Ulisses
Que me transmitiu ternura...
Clemente(Padre) e Benigno
Juntos com Martiniano
E José Rufino Dourado
Vieram em primeiro plano
Manoel José de Oliveira:
Foi Paca se não me engano...
Vieram de Macaúbas
Para da terra apossar
Fazenda Lagoa Grande
Ótimo solo pra lavrar
Catu, Padre e o Paca:
A semente a germinar...
Fazenda Rochedo
Foi o nome inicial
Povoado de Rochedo
Foi nome seqüencial
A vila tornou-se cidade:
Ibititá sem igual...
Rochedo de Ibititá
Terra de Martiniano
De Clemente e de Bento
De Ulisses e Urbano
De Josias e Eufrásio
Benigno e Geminiano...
Clemente Marques Dourado
Por Padre era conhecido
Casou-se com Maria Amélia
O fruto foi concebido
Vieram Ápio e Alfredo:
Desse casal destemido...
Rochedo de Reginaldo
Sofia, Gustavo, Durval
Sebastião e Vitória
Antônio e Derival
De Nena e Ana Amélia:
Ibititá magistral...
Reginaldo Cardoso Dourado
Fixou-se no Rochedo
Com Sofia Miranda Machado
Romanceou com enredo
Quatro filhos e uma filha:
Uma família sem medo...
Reginaldo e Sofia
Geraram Sebastião
Durval, Gustavo e Antônio
Vitória é flor do Sertão
Casou-se com tio Anísio:
Dourado em primeira mão...
Gustavo te deu a base
Antônio Cardoso criou
Henrique, Gemi, Durval:
Sebastião te amou
Eufrásio, Arli, Abnaias:
Chiquinho te abençoou...
Gustavo Cardoso Dourado:
Foi o grande precursor
Da antiga Vila Rochedo
Ele foi um benfeitor
Deu estrutura ao lugar:
Foi bom empreendedor...
Sebastião e Ernestina:
Da sagrada união
Nasceu o menino Antônio
Cardoso de coração
Fundador de Ibititá:
Um Rochedo do Sertão...
Sebastião Cardoso Dourado
Casou-se com Ernestina
Antônio Cardoso Dourado
Tem a verve cristalina
Fez do Rochedo...Ibititá:
Urbi da Diamantina...
17/10/1961:
Rochedo vira Município
Lei de nº 1518:
À cidade deu início
Antônio Cardoso Dourado:
Foi líder desde o princípio...
Antônio Cardoso Dourado
Comerciante, agricultor
Criador de Ibititá
Prefeito e vereador
Estruturou a cidade:
Trabalhou com muito amor...
Nos bons tempos de Quelé:
Artur e Manoel Quirino
Catu, Padre e Alfredo
Foi-se o tempo de menino
No açude do Rochedo:
Vi o sol diamantino...
Henrique, Ângelo, Alberto
Ana Flora e Hermano
Altina e Maria Amélia
Carlota e Otaviano
Hermina. Altina e Constança:
Prole de Martiniano...
Lauro, César, Maria, Osvaldo
Domingos Urquiza, Durvalina
Família Marques Dourado
À história se destina
Progrediram Ibititá
Na Chapada Diamantina...
Chiquinho na prefeitura:
Permanente construção
Concha acústica na praça
Pólo de confecção...
Fez da Cidade das Pedras:
Estrela da Região...
Rochedo de Ibititá
De Recife e Canoão
Feira Nova, Pedra Lisa
Boa Vista e Lagedão
Alto da Cruz reluzente:
Patos e Umbuzeirão...
Dourado, Cardoso, Silva
Marques, Macedo, Oliveira
Machado, Vilela, Bastos
Pimenta, Gomes, Pereira
Castro, Seixas e Martins:
Sem esquecer a Ferreira...
Matos, Santos e Barreto,
Miranda, Gama, Macedo
Alencar, Durães e Alves
Souza, Moitinho, Azevedo
Alcântara, Moura e Lopes:
São família do Rochedo...
Batista, Bento, Rodrigues,
Teles, Ramos e Ribeiro,
Aurora, Gama e Cruz,
Silveira, Hayne, Carneiro
Bezerra, Sousa, Batista:
Sem esquecer de Cordeiro...
Benigno, Onélia e Baía
Nena, Quininha e Vitória
Arlinda, Tui e Ninalva
Neusa, Cléo, Adi e Glória
Ester, Leonor, Santa, Elzi:
Ibititá tem História...
Erasmo, Adilson, Dinálio
Tom, Laélio, Lourival
Vespasiano e Osfande
Edésio, Raul, Vital
Sebastião, Etelvina
Ernestina e Dorival...
Jovelina, Zélia, Orlan
Jair, Rogério, Edvaldo
Érita, Valdete e Zélia
Lia, Deda e Deraldo
Bolivar e Canutinho
Didi, Nilton e Everaldo...
Louro e Sinobelino
Ananias e Arnaldo
Emerentino e Astério
Zé Pimenta e Reinaldo
Sidinei e Fransciquinho
Zé Anísio e Carivaldo...
Missivaldo e Ozias
Jozias, Lília, Auzier
Délia, Maura e Mário
Maridete, Ediezer
Gilberto e Valdevi
Uilson e Eliezer...
Lauro Adolfo e Alberto
Magno e Odair José
Arilson, Dé e Ernandes
Vitória, Anísio e Quelé
Abílio, Chico e Daniel:
E nosso Augusto Lelé...
Doda, Peco e Vadim
Adelmo, Lurdes, Jovinha
Messias, Julina, Djalma
Délia, Érita e Dizinha
Ana Flora e Marlene:
Sem esquecer de Joaninha...
Guliherme, James, Hildebrando
Arquimedes, Ademar
Edmilson e Gervásio
Eudaldo, Véi, Denizar
Dário, Osvaldo e Tiago:
Chico bom parlamentar...
Vanderlino e Arturzinho
Mainá, Bemba, Irineu
Trazíbulo, Té, Isaías
Graziela, Ti, Alfeu
Licinho e Florisvaldo
Erenito, Jaci, Dirceu...
Josias e Daniel
Jonas e Napoleão
Francisco e Nicolino
Tolentino e João
Válter, Carlos e Augusto:
Osvaldinho e Magão...
Raul Vilela e Astério:
Ageu, Edésio e Vital
Anísio, Vitória e Lia
Messias e Lourival
Dalila, Dé, Altair
Rosalvo sempre legal...
Saudade do umbuzeiro
De Zupera e Sinhá
Perolina e Mariquinha
De Tiquinha e Naná
Das lagoas e barreiros:
Barrigudinha e Iaiá...
Sou catingueiro da gema
Nasci no Ser...Tao baiano
Recife de Ibititá:
De Ulisses, não me engano...
Na Chapada Diamantina:
No Rochedo de Urbano...
Sou Gustavo Dourado
Trovador de Ibititá
Já cantei na Palestina
E até em Shambalá
No Nepal... na Conchinchina:
E pra lá de Bagdá...
Ulisses e Edelzuíta:
Dourados que têm nobreza
Trouxeram-me a este plano
Com amor, paz e clareza
Deram-me arte e poesia:
Pra cantar a Natureza...
Rua, Gelo e Riacho
Pedras Lisas: Canoão
Em Recife dos Cardosos
Fiz minha transmutação
Rochedo de Ibititá:
Princesinha do Sertão...
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
Gustavo Dourado
|
| |
|
|
| |
|
| |
|
|
4.
|
Cordel da Amazônia
Amazônia do Brasil
A Amazônia é nossa
É riqueza do Brasil
É preciso defendê-la
Com míssel e com fuzil
Com o sangue brasileiro
E o coração varonil...
É nossa a Amazônia
E também o Pantanal...
Acorde Brasil desperta
Os gringos estão no quintal
Cercam-nos de ponta-a-ponta
Com um vasto arsenal...
O que fazem os políticos
Além de mamar no erário
Detonam a aposentadoria
Dinamitam o salário
Enquanto os gringos apossam
De nosso solo milionário...
Há muito estão de olho
No nosso poder natural
Autoridades despertem
Olho vivo não faz mal
Não entreguem as riquezas
De nosso torrão natal...
Cria-se o movimento
Para o Brasil defender
Aqui nós temos de tudo
Para usar e pra vender
Só não pode é entregar
O território sem saber...
Mostram o mapa do Brasil
Sem Amazônia e Pantanal
Ensinam no exterior
Que é tudo internacional
O que é deles tem valor
E o que é nosso?
Propriedade mundial?
Muitos deram o sangue
Para o Brasil subsistir...
É hora de persistência
Pra potência construir
Nosso povo é soberano
E precisa resistir...
A Amazônia é nossa
E também o Pantanal
Rios, florestas, energia
Patrimônio nacional
É riqueza do Brasil
Nada de internacional...
Amazônia é Brasil
É tereno brasileiro
Nossa biodiversidade
Não pertence ao estrangeiro
É riqueza do Brasil
Que é luz do mundo inteiro...
Povoe-se a Amazônia
Com terra pra multidão
Desenvolvimento sustentável
Sem gringo na exploração
A terra é de nosso povo
Patrimônio da nação...
Terra para os Miseráveis
Famintos e flagelados
Levem-nos pra Amazônia...
Assentem-se os favelados
Nas fronteiras do Brasil
Pra defender nossos lados...
O Brasil não se divide
Nossa terra é integral
É tudo de nosso povo
Nosso terreno total
O Brasil será um líder
No cenário mundial...
Vamos educar o povo
Nossa riqueza repartir
Dividir com a nossa gente
Que sonha com o devir...
Amazônia Brasileira:
Sempre agora e no porvir...
Gustavo Dourado
Gustavo Dourado
|
| |
|
|
|
|
|
|